Província dos Jesuítas do Brasil lança seu Relatório de Justiça Socioambiental

Documento retrata a atuação social dos diferentes apostolados da Ordem religiosa no País

 A Província dos Jesuítas do Brasil lança o seu segundo Relatório de Justiça Socioambiental. Ao longo de mais de 50 páginas, o documento possibilita conhecer a atuação social dos diferentes apostolados da Ordem religiosa no País. Um trabalho amplo, que se estende do acesso à educação e promoção de condições dignas de vida à proteção e defesa da Casa Comum. “As histórias retratadas neste relatório são alguns exemplos das inúmeras obras desenvolvidas pela Companhia de Jesus no Brasil. Ao dar visibilidade a esse trabalho, também queremos sensibilizar mais pessoas para a nossa missão e, quem sabe, torná-las colaboradoras dessa mesma causa”, ressalta o Pe. João Renato Eidt, Provincial do Brasil.

A Companhia de Jesus está presente nas cinco regiões do Brasil por meio de mais de 150 Obras. Atualmente, são cerca de 450 jesuítas e mais de 8 mil colaboradores atuando, muitas vezes, em pontos remotos do País. “Com grande sensibilidade, criatividade e empreendedorismo, são eles que estão por trás da construção de processos inovadores e da gestão dos recursos humanos e materiais, indispensáveis para atuarmos de forma consistente. São pessoas de diferentes origens e credos, que, abertas ao diálogo e ao crescimento espiritual, impactam positivamente a vida de muita gente”, afirma Pe. João Geraldo Kolling, Administrador da Província dos Jesuítas do Brasil.

“Tudo está interligado: na justiça socioambiental, baseado na ecologia integral, o cuidado com a natureza (os dons da criação), com a sociedade e com as pessoas recebe a mesma atenção”, explica o Pe. José Ivo Follmann, Secretário para Justiça Socioambiental da Província. Ele acrescenta que o diferencial do trabalho social da Companhia de Jesus é ver Deus em todas as coisas e pessoas. “O conceito de ecologia integral é muito jesuítico, porque nos ajuda a levar em frente a inspiração original. Dentro disso, há também o diálogo com o diferente e a busca de superação dos fundamentalismos e preconceitos”, observa Pe. José Ivo.

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