Alunos do Diocesano criam aplicativo que facilita doações filantrópicas

O app Zeg foi apresentado na Feira de Conhecimento do colégio

A tecnologia pode ampliar a nossa capacidade de fazer o bem. Pensando nisso, um grupo de alunos do Colégio Diocesano desenvolveu o aplicativo Zeg como projeto da Feira de Conhecimento do Diocesano (DIOFEIRAC). O app busca ser uma ponte entre instituições do terceiro setor e pessoas interessadas em fazer doações.

Para elaborar o Zeg – palavra que em gregoriano significa ‘o dia depois de amanhã’ –, os estudantes Marina Queiroz, Maria Clara Melo, Flávia Rejane, Isabela Vitória, Tarsila Rosal, Gabriel Rodriguez, Francisco Vanduir, Gisele Maria e Márcia Cristina se inspiraram no tema da DIOFEIRAC desse ano: Paz mundial – o bem do amanhã é feito hoje. Alunos da 1ª série do Ensino Médio, eles foram orientadas pelo professor de Física, Franklin Rinaldo, com o objetivo de fazer algo melhor para o futuro.

A proposta inicial era “fazer algo que ninguém tivesse feito ainda na DIOFEIRAC”, conta Maria Clara. Junto com o professor Franklin, as alunas pesquisaram o que poderia ser desenvolvido e decidiram criar um aplicativo. “Esse aplicativo é um elo entre a instituição que faz um trabalho social e as pessoas que querem contribuir, mas muitas vezes não têm tempo para procurar informações”, ressalta Franklin.

Além de resultar em um benefício social, o aplicativo possibilitou às alunas interligar, durante o seu desenvolvimento, diversas áreas do conhecimento, como a Física, Matemática, Informática, Sociologia, Filosofia e Religião.

O aplicativo, que aproxima e facilita o contato entre doadores e instituições, já está disponível para o sistema Android e, em breve, também para iOS. Na plataforma, é possível ter acesso a informações sobre diversas organizações da cidade de Teresina (PI), onde fica a escola. “Ao fazer o cadastro, como doador ou instituição filantrópica, o interessado deverá escolher entre os seguimentos que deseja contribuir (se for doador) ou que atua (se fora instituição): dependentes químicos, deficientes, abrigo de idosos e lar para crianças”, explica Flávia. Vale ressaltar que, no caso do cadastro de instituições, será feita uma análise para comprovar a veracidade dos dados.

Depois da etapa acima, o interessado em doar terá acesso a uma lista em ordem alfabética com o nome das instituições filantrópicas e como atuam. Cada entidade será brevemente descrita e o usuário poderá, então, conversar com algum representante diretamente no aplicativo.  Maria Clara explica que “é possível abrir um chat e saber qual o melhor horário para ir ao local, por exemplo, além de tirar outras dúvidas”.

Fonte: Colégio Diocesano (Teresina/PI)