CPAL realiza sua 33ª Assembleia no Equador

Encontro teve como objetivo avaliar o trabalho e a implementação do PAC

Entre os dias 9 e 12 de maio, a CPAL (Conferência dos Provinciais Jesuítas da América Latina) realizou sua 33ª Assembleia, na cidade de Checa (Equador). Nessa edição, participaram 23 jesuítas: 12 provinciais, 2 assistentes do Pe. Geral, 4 membros da Equipe Executiva da CPAL e convidados especiais da Guiana Inglesa e do Haiti. Além deles, estiveram também presentes, em reunião paralela, os reitores dos três Centros Interprovinciais de Formação Teológica – CIF.

A Assembleia da CPAL, que acontece duas vezes por ano, tem como intuito avaliar o trabalho e a implementação do Projeto Apostólico Comum (PAC) nas províncias. Nessa edição, os temas abordados foram: a indução de novos provinciais, a recepção da 36ª Congregação Geral, a revisão dos Estatutos da Assembleia, a reorganização da Equipe Executiva da CPAL e as perspectivas de trabalho.

O provincial do Brasil, padre João Renato Eidt (segundo da dir. p/ à esq.), com alguns provinciais latino-americanos

A 33ª Assembleia da CPAL aconteceu dois meses após a realização do encontro ImPACtando, em Lima (Peru). Esse evento, que reuniu mais de 100 pessoas entre jesuítas e leigos, avaliou os impactos do PAC no continente latino-americano e no Caribe. Segundo a CPAL, o ImPACtando serviu para aumentar a conscientização sobre os pontos fortes, as necessidades, as deficiências e as oportunidades apresentadas pela Companhia de Jesus como um corpo apostólico e missionário no continente.

No Equador, os provinciais receberam um relatório final da evolução do ImPACtando. O documento abordou questões de comunicação eficaz, discernimento e planejamento, como exercícios de todo o corpo apostólico. Além do desejo de aprender a trabalhar em redes e entre setores, a preocupação ecológica e a solidariedade efetiva com os territórios prioritários.

O presidente da CPAL, padre Roberto Jaramillo, destacou que o encontro foi importante para ajudar na tomada de decisões, que marcará o caminho dos três próximos anos do PAC e dará clareza ao trabalhos da Conferência no futuro. “A Assembleia em si é um processo de escuta e diálogo, um discernimento que termina afetando o trabalho em todas as províncias”, afirmou Jaramillo.

Clique aqui e leia a carta da 33ª Assembleia da CPAL.

Fonte: Departamento de Comunicação da CPAL