Confira as novidades das Edições Loyola

Reedições e lançamentos editoriais no mês de junho

Por Pe. Raul Paiva

 

Sermões X – Xavier Dormindo e Xavier Acordado

Antônio Vieira, Loyola / SP 2014, 21×14, 291 pp.

Neste décimo volume, Vieira reuniu “Dormindo: três orações panegíricas no Tríduo de sua Festa dedicadas aos Três Príncipes que a Rainha Nossa Senhora confessa dever à intercessão do mesmo Santo” (São Francisco Xavier); e “Acordado: em doze Sermões Panegíricos, Morais e Ascéticos: os nove se sua Novena, o décimo, da sua Canonização, o undécimo, do seu dia, último do seu Patrocínio”. Talvez seja a única coletânea que tenha sido produzida ou conservada em honra de São Francisco Xavier, Apóstolo das índias, Padroeiro das Missões, um dos mais eminentes companheiros de Santo Inácio de Loyola na fundação da Companhia de Jesus.

 

Sermões XI

Pe. Antônio Vieira, Loyola / SP 2014, 21×14, 298 pp. (foto ao lado)

Este é o penúltimo volume desta série de Sermões do notável missionário, pregador, homem político e “imperador da língua portuguesa”. Nele, encontramos, entre outros, o Sermão ao gloriosíssimo Patriarca São José”, o “das Quarenta Horas”, o “das Dores da Sacratíssima Virgem Maria” e também, como que completando o volume anterior, um “Sermão gratulatório a São Francisco Xavier”.

 

Filosofia e educação no Brasil – Da Identidade à Diferença

Cristiane Maria Marinho, Loyola / SP 2014, 23×16, 254 pp.

A Autora é docente na Universidade Federal do Ceará, coordenadora do Grupo de Estudos Foucaultianos e do Laboratório de Estudos Foucautianos, tendo publicado vários artigos acadêmicos e também “Pensamento pós-moderno e educação na crise estrutural do capital” (EdUECE). Sílvio Gallo (Universidade Estadual de Campinas / SP) reconhece que esta obra nos coloca diante das “ideias-forças de um filosofia da educação no Brasil contemporâneo. O extenso capítulo 1 e o seguinte, capítulo 2, a saber, “Da identidade à diferença: trajetória das matrizes filosóficas na educação brasileira” e “A filosofia da identidade na filosofia da educação no Brasil” também serão úteis a estudantes e professores de História do Brasil, bem como a estudiosos da história da cultura em nosso país. O capítulo 3 e último, “Filosofia da diferença deleuziana na filosofia da educação o Brasil” interessará mais aos pedagogos.

 

Crivo de Papel

Benedito Nunes, Loyola / SP 2014, 21×16, 238 pp.

A Loyola persevera na edição das obras do falecido filósofo paraense, um dos grandes pensadores que a cultura brasileira teve no século passado. Este volume, onde o Autor “peneira”, com “os fios horizontais do pensamento e os verticais de culturas e épocas” a “escrita, peneira de papel”, a fim de que, “joeirando (…) fazer com que, da farinha balançada de um lado para outro, desprendam-se os menos filtráveis de seus grãos – os conceitos mais rudes, que empanam, ciscos nos olhos, nossa habitual visão das coisas” (p. 7). “Teologia e Filosofia”, a 1ª parte, traz três ensaios: “Aspecto teológico da filosofia; O último Deus; Do primeiro ao último começo”. A 2ª parte, “Poesia e Filosofia”: “Sócrates construtor; Tempo e história: introdução à crise; A Filosofia e o Milênio”. A 3ª parte, “Leituras e Críticas”: “Ética e Leitura; As duas introduções à 'Crítica do Juízo'; Ética e finitude”. A 4ª e última parte, Estudos de Literatura”: “Historiografia literária do Brasil; De 'Sagarana' a 'Grande Sertão: Veredas'; Aceitação da noite”. Os temas, tratados com rigor, sem receio da provocações, destinam-se, sem dúvida a filósofos, estudiosos da cultura e alunos mais avançados e curiosos.

 

Memorial

São Pedro Fabro, Loyola / SP 2014, tradução, introdução e notas do Pe. Antônio Cardoso, SJ, 23×16. 210 pp.

Pedro Fabro foi um dos fundadores da Companhia de Jesus com Inácio de Loyola, Francisco Xavier, e outros estudantes na Universidade de Paris (século XVI). Seu diário, importante para o conhecimento da mística e ascética inaciana dos começos da história dos jesuítas, também é um documento de grande valia para o estudo da história no período marcado pela renascença, reforma e contra-reforma. Esta nova edição, traz, como prefácio, a “carta do Superior Geral à Companhia de Jesus por ocasião da canonização de Pedro Fabro”, datada de 17 de dezembro de 2013, quando o Papa Francisco assinou a bula, determinando a inscrição do nome do eficiente e silencioso companheiro de Jesus no catálogo dos reconhecidamente santos da Igreja Católica. Pedro Fabro também deixou outros escritos, fontes para a compreensão do período em que agiu na França, Itália, Alemanha e países ibéricos, apenas publicadas na “Monumenta Historica Societatis Jesu“. O “Memorial” interessará, portanto, não só aos jesuítas e cultores da espiritualidade inaciana, ou a todos que se interessam em conhecer os santos por eles mesmos, mas aos estudiosos daqueles anos decisivos para a Idade Moderna.

 

'Ela é minha Mãe!' – Encontros do Papa Francisco com Maria

Pe. Alexandre Awi Mello, Loyola / SP 2014, 21×14, 256 pp.

Logo depois do lançamento, esgotou-se a 1ª tiragem e já foi posta à venda a 2ª. O Autor secretariou o Santo Padre em sua peregrinação ao Rio, para a recente JMJ. O Papa lhe concedeu longa entrevista, na qual relatou seus encontros com a Virgem Santíssima desde sua infância até os dias atuais. O tom muito pessoal, não impede o Papa Francisco de ressaltar o como e o porquê da importância da pessoa de Maria, Mãe de Deus, para o Povo de Deus e para a humanidade. Aos leitores brasileiros interessará de modo particular o capítulo (pp. 133 ss) “Encontros em Aparecida”. Há elementos sobre o documento do CELAM, no qual foi decisiva a colaboração do então Cardeal Bergoglio.

 

As chaves para entrar no Coração de Cristo

Pe. Sebastião Monteiro, FAC, Loyola / SP 2014, 21×14, 69 pp.

O Autor é sacerdote da Diocese de Crato / CE e co-fundador da comunidade “Filhos amados do céu” (FAC). Ele nos faz ver como “O Coração de Jesus nos revela a grandeza do amor do Pai”; como “A espiritualidade do Coração de Jesus nos revela a docilidade de Deus” e também nos leva a reconhecer “o amor sem reservas”. Livro que servirá não só aos que já foram conquistados por esta devoção e culto, mas também poderá servir de introdução a outras pessoas.

Poderemos filosofar com Aldo Vannucchi revisitando fundamentos metafísicos e antropológicos, guiados pela brilhante obra de Clarice Lispector, “A Hora da Estrela”. E acolhemos o XI volume (o penúltimo) da coleção “Sermões” de Vieira.

 

Filosofando com 'A Hora da Estrela'

Aldo Vannucchi, Loyola / SP 2014, Coleção “Filosofar é preciso”, 19×12, 160 pp.

O Autor é docente da Universidade de Sorocaba / SP, onde foi Reitor. Foi também membro da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação e tem publicado artigos e livros, entre eles, pela Loyola, “Cultura Brasileira” e “Paulo Freire ao vivo” (ambos pela Loyola). É manifesto seu interesse em pensar nossa realidade. Desta vez, ele nos leva a refletir com Clarice Lispector, uma de nossas maiores escritoras, cujo livro, “A Hora da Estrela”, serviu de base a um premiado filme. No primeiro capítulo, voltamos a discutir “O problema do ser”, com uma escuta também ao “saber popular”. Em seguida, nós nos debruçamos sobre o “problema antropológico”, a partir “do enfoque popular”, antes mesmo de recordarmos a “contribuição da filosofia grega”. Só então, em alguns parágrafos, tomamos conhecimento da “formação de Clarice Lispector”, as influências de Spinoza e dos existencialistas. Já preparados, somos confrontados com “o problema do ser na 'Hora da Estrela': o ser e o não ser de Macabéa”. Os três capítulos seguintes encerram o estudo, original em nossa literatura filosófica, com “destaques ontológicos” (“o vazio existencial” e “explosão”), “”O problema do homem em 'A Hora da Estrela'” e “destaques antropológicos”. Não só estudantes e professores de filosofia, mas os que se interessam mais profundamente sobre a cultura, o cinema e a literatura brasileiras valorizarão este ensaio.

 

 

 

Educação Lúdica – Jogos pedagógicos – 3 – Estratégias de ensino – aprendizagem

Paulo Nunes de Almeida, Loyola / SP 2014, 21×1480 pp.

O Autor tem editado pela Loyola e Saraiva seus livros, resultados de pesquisas teóricas e em campo sobre “o lúdico de forma séria, científica e o de praticá-lo como ato de educar, instruir e divertir”. Pela Loyola, este é o terceiro de uma série de quatro volumes. No atual, temos 54 estratégias de ensino-aprendizagem, pistas bem concretas para uma docência significativa. Material de qualidade para professores e estudantes que se preparam para o magistério.

 

Seu amor é demais – Histórias de um discípulo amado

Márcio Pacheco, 21×14, 134 pp.

Atualmente, Deputado estadual, o autor é católico militante e fundador de comunidades de vida apostólica laical. Ele mesmo é casado e tem filhos. É conhecido também como cantor e compositor religioso. A partir de relatos de experiência, na verdade, como nota o apresentador, dom Orani Tempesta, adquirimos um bom ângulo de visão da complexidade e das múltiplas oportunidades da missão do laicato nos nossos dias, cheios de contrastes. O livro interessará aos comprometidos com o serviço dos leigos e leigas no mundo e também aos membros da RCC.

 

Sala de aula interativa

Marco Silva, Loyola / SP 2014, 7ª ed,, 23×16, 270 pp.

O autor é docente da USP e da PUC-SP, e trabalha, com forte pressuposto teórico e acentuação prática, para evitar que a palavra interatividade caia numa rotina sem significado, e o ensino interativo seja uma realidade, afastando o caráter pesado e sombrio da sala de aula.

 

Que é filosofar?

Josef Pieper, Loyola / SP 2014, Coleção “Leituras filosóficas”, 2ª ed., 19×12, 69 pp.

Filosofar, segundo o autor, não implica numa definição fechada, mas numa abertura para uma busca permanente. Excelente introdução aos estudos atuais de filosofia por um renomado mestre, falecido em 1997.

 

A inteligência coletiva – por uma antropologia do ciberespaço

Pierre Lévy, Loyola / SP 2014, 9ª ed., 23×16, 214 pp.

O autor, docente na Universidade Paris VIII, discute não só o impacto das técnicas sobre a sociedade, mas também um projeto, pois a identidade das pessoas e o vínculo social podem se expandir no intercâmbio de conhecimentos no novo meio de comunicação, de pensamento e do trabalho para nossos tempos e os futuros: o ciberespaço.

 

Escolhas e impactos – gastronomia funcional

Dra. Gisela Savioli, Chef Renato Caleffi, Loyola / SP 2014, 9ª ed., 21×14, 238 pp

Uma especialista e um “chef” se uniram para criar um colorido livro de orientação prática (receitas!) para uma nova maneira de se alimentar bem.

 

Cure seu coração!

Pe. Léo, SCJ, Loyola / SP 2014, 16ª ed., 21×14, 175 pp.

Um livro que ajuda a ter um momento diário de regeneração com o Espírito Santo de Deus: “Conforme você perceber que seu coração está sereno diante do problema apresentado em oração, vá avançando”.

 

Devocionário e novena a Santa Teresa de Ávila

Frei Patrício Sciadini, OCD, Loyola / SP 2014, 3ª ed., 17×12, 53 pp.

A antiga tradição das novenas continua sempre renovada. Neste devocionário e novena, o Autor enriquece a forma de religiosidade popular com conteúdos e pinceladas evangélicos e da tradição.

 

 

Religião e repressão

Rubem Alves, Loyola / SP 2014, 2ª ed., 21×14, 343 pp.

Nem sempre a religião é libertadora. Muito frequente repressão e religião parecem andar de mãos dadas. Este é um estudo fundamentado, com boa bibliografia, iluminando o fenômeno e fornecendo pistas para que não nos deixemos envolver por ele.

 

 

Jesus Cristo é Deus?

José Antônio de Laburu, SJ, Cléofas & Loyola / SP 2014, 2ª ed., 21×14, 101 pp.

Este livro foi lançado no ano 2000, sem despertar o mesmo interesse que na Europa, onde já teve mais de 30 edições em castelhano. Uma obra inteligente, que desfaz muitos sofismas contemporâneos sobre a pessoa de Jesus Cristo, e se destina a um público de cultura média e acima da média.

 

Introdução geral à bioética – história, conceitos e instrumentos

Guy Durand, São Camilo & Loyola 2014, 5ª ed., 23×16, 431 pp.

O autor fundou a cátedra de Bioética na Universidade de Montreal, Canadá. Esta tradução tem sido extraordinariamente bem aceita nos círculos acadêmicos, com sucessivas reimpressões.

 

Padre Pio, crucificado por amor

Silvana Cobucci Leite, Loyola / SP 2014, 11ª ed., 21×14, 143 pp.

O título alude ao mistério dos estigmas com que este santo foi agraciado. Excelente biografia, que tanto pode alimentar a devoção dos admiradores de São Pio, como responder às perguntas dos que pouco o conhecem.

 

Segredos para a cura interior

Pe. Léo, SCJ, Loyola / SP, 2014, 12ª ed., 21×14, 167 pp.

Excetuando os membros da RCC, em geral, o público católico desconfia do tema. Contudo, é bastante seguro que o cristianismo bem vivido, com sentimento e coração também, arruma nossas confusões e bloqueios interiores, corrige nossas falsas imagens de Deus e permitem um salto de qualidade no dia a dia das pessoas.

 

Platão não estava doente

Marcelo Perine, Loyola / SP 2014, 23×16, 308 pp.

O autor é docente da PUC-SP, fez parte do CNPq até recentemente, membro da “International Plato Society“, membro fundador da “Associação Latino-americana de Filosofia Antiga” e já tem várias obras filosóficas publicadas. É também Editor Geral das Edições Loyola. O título bem humorado se refere a uma frase de “Fédon”: “Platão, eu creio, estava doente” (Fédon 59B). Na verdade, Platão não estava doente, mas recorreu a este estratagema retórico para conduzir o diálogo por detrás de Sócrates, feito “dramatis persona“. Tomar consciência deste artifício permite levar mais a sério a “tradição platônica indireta – fontes, problemas e perspectivas” (cap. 1); estudar Platão  “e a invenção da Filosofia” (cap. 2.). Os leitores não deixarão de perceber a riqueza da tradição platônica, iluminando temas muito atuais (cap. 3): “Persuasão, violência e diálogo”, onde se percebe como a persuasão pode abrir caminhos, digamos, “democráticos”, ou violentos. Atenas daqueles tempos estava às voltas com um ensaio democrático e tomava consciência do uso ambivalente da palavra e da retórica. Somos assim levados a reler “Político” (caps. 5 e 6), chegando a refletir sobre “O filósofo, a política e a cidade, segundo a natureza” (c. 7). Os capítulos sobre “Filebo”, Fedro” e “Protarco”, com outros dois, ajudando a aprofundar a discussão na linha da Escola de Tübingen – Milão (caps. 9. “Gadamer e a Escola de Tübingen – Milão”, e “A recepção da Escola de Tübingen – Milão no Brasil”) permitem completar um ajustado painel da dinâmica do pensamento da tradição platônica. A “Conclusão: O dialético e a definição do bem em Platão” enfeixa bem a problemática levantada e vale uma leitura atenta e receptiva. Livro com aparato científico, índices e bibliografia, será certamente bem aceita nos meios acadêmicos de língua portuguesa.

 

Suma Teológica – 1 -Teologia, Deus – Trindade- Parte 1 – Questões 1 a 43

Tomás de Aquino, Loyola / SP 2014, 4ª ed., 23×16, 693 pp.

Neste volume temos questões de grande importância, também para a filosofia, como a 12, “Como conhecemos Deus”; 15, “As ideias”; 16, “A verdade”; 17, “A falsidade”.

 

Para uma leitura fiel da Bíblia

Luís Mosconi, Loyola / SP 2014, 4ª ed., 21×14, 230 pp.

Uma leitura da Bíblia para o grande público: “popular, existencial, mística e comprometida com a Palavra de Deus”.

 

Terapia criativa – Atividades com crianças e adolescentes

Ângela Hobday e Kate Ollier, Loyola / SP 2014, 2ª ed, 16×23,165 pp.

As autoras dirigem uma clínica especializada em crianças e adolescentes, sendo que Kate Ollier também trabalha com crianças autistas na Austrália. Esta obra proporciona mais de cem atividades, inclusive para as famílias. Em formato de álbum, com ilustrações que ajudam à compreensão das propostas.

 

Tomás de Aquino – um perfil histórico – filosófico

Pasquale Porro, Loyola / SP 2014, 24×17, 394 pp. (Foto ao lado)

O autor é especialista em filosofia medieval, em particular interessado na recepção dos filósofos árabes pelos pensadores cristãos do período. Docente na Universidade de Bari / Itália, tem sido chamado a dar cursos em outras prestigiosas universidades. Foi professor titular da cátedra “Pedro Abelardo” na Universidade de Paris IV (Sorbonne). Reconhecendo o prestígio de Tomás de Aquino na história do pensamento ocidental, ele critica a visão estática e dogmática que lhe foi desenhada no tomismo do século XX, e se propôs, nesta obra, “restituir a (ele) sua dimensão histórica”. Assim a reconstrução do conjunto obedece a uma ordem cronológica e ao tratamento dos temas característicos, dando ênfase no diálogo constante que o Aquinate manteve ao longo de sua evolução: Aristóteles, a tradição neoplatônica, Agostinho e Boécio, Avicena e Averróis. Certamente uma obra rica para o mundo acadêmico, mas de leitura acessível ao público interessado na história do pensamento.

Pasquale Forro é especialista em pensamento árabe cristão medieval e nos dá um perfil histórico – filosófico de Tomás de Aquino. O original italiano foi publicado em 2012. A tradução, de Orlando Soares Moreira, teve o financiamento de o “Segretariado Europeo per le Pubblicazioni Scientifiche“. Obra indispensável aos estudiosos e às bibliotecas.

 

O incansável Paulo de Tarso – um líder vitorioso

Betho Ieesus, Loyola / SP 2014, 23×16, 179 pp.

O autor é leigo militante, empresário, engenheiro e compositor. Seu livro é uma boa apresentação da vida deste herói cristão, São Paulo, com aplauso e incentivo do Pe. Zezinho e prefácio do Dr. Ives Gandra Martins. Embora não seja obra de caráter científico, trás alguns bons esquemas e mapas para acompanhar as viagens apostólicas do evangelizador, e uma modesta bibliografia. Certamente encontrará boa acolhida do grande público.

São Paulo para o grande público, com bons esquemas e mapas das viagens: “O incansável Paulo de Tarso”.

 

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