Professora do Catarinense despede-se após 42 anos

Comunidade educativa celebrou a vida e a dedicação da professora Cléia Bernardete Fritzke Abdalla

No dia 10 de março, a comunidade educativa do Colégio Catarinense celebrou os 42 anos de trabalho da professora Cléia Bernardete Fritzke Abdalla. Além dos educadores e diretores, familiares e ex-alunos, marcaram presença na celebração o delegado de Educação da Província do Brasil, padre Mário Sündermann e o diretor do Colégio Anchieta de Porto Alegre (RS), padre João Cláudio Rhoden, ex-diretores do Colégio Catarinense.

Na celebração eucarística, a comunidade celebrou a vida e a dedicação da professora Cléia, relembrando os momentos de sua trajetória e as funções desempenhadas no Colégio. Padre Mário ressaltou o aprendizado na convivência e partilha da missão como diretor-geral: “Com a Cléia, aprendi a ser diretor. A ela, dedico o agradecimento dos jesuítas no Brasil, por ter compartilhado conosco a missão da Companhia de Jesus na educação”, destacou ele, ao relembrar a dedicação da diretora acadêmica e a saudação em nome do provincial do Brasil, padre Carlos Palácio.

Além de educadora, graduada em História pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em 1969, Cléia formou-se também em Direito, pela mesma universidade, em 1973. Viveu, nessa época, a experiência pioneira de ter constituído o primeiro escritório de advocacia de Florianópolis, gerido exclusivamente por mulheres. Exerceu a advocacia por quinze anos, mas encontrou seu verdadeiro espaço de realização pessoal e profissional junto à escola e às suas dinâmicas.

Nos 42 anos de Colégio Catarinense, professora Cléia assumiu diversas funções: professora, coordenadora-geral, assessora pedagógica e, nos últimos cinco anos, foi diretora acadêmica. Em sua despedida, agradeceu a todos pela caminhada que trilhou no Colégio, enalteceu o aprendizado e o crescimento de vida em sua trajetória: “Evitarei citar nomes para não ser injusta e esquecer alguém. Agradeço o carinho de todos e o muito que aprendi para meu crescimento pessoal”.

Fonte: ASAV