Colégio Loyola inaugura circuito de arvorismo

Novo espaço lúdico é mais um presente em comemoração aos 70 anos da instituição

Os alunos do Colégio Loyola ganharam, em maio, um novo espaço lúdico e de recreação: o Morrinho Radical. A inauguração do espaço faz parte das comemorações dos 70 anos de fundação da instituição, completados em 2013.

O espaço estava fechado para reforma, por isso, na abertura, os alunos não perderam tempo e se aventuraram nos dois novos circuitos, o miniarvorismo e a trilha-labirinto sobre madeira.

O Morrinho já passou por algumas mudanças durante a história do Colégio, mas sempre foi um local para as crianças se divertirem e viverem momentos marcantes.

Fernanda Parreiras estudou no Loyola em 1997 e se formou em 2009. Quando estava no 3º Período, o Morrinho era um de seus locais favoritos no Colégio. “Eu adorava dinossauros e todo dia, na hora do recreio, a gente corria pro Morrinho e fingíamos que lá era uma selva e nós éramos exploradores que estavam procurando dinossauros! Eu chegava em casa toda suja de terra e feliz com a aventura!”, conta Fernanda.

Em 2010, o local recebeu cordas para que os alunos pudessem subir e descer com maior facilidade. Esse ano, a brincadeira ficou muito mais divertida e educativa com o Morrinho Radical, incentivando a prática esportiva de uma maneira aventureira.

O Colégio Loyola inaugurou, recentemente, outros dois ambientes voltados para as crianças: a Prainha de Anchieta e o novo Parquinho. A Prainha foi inaugurada durante a Semana Inaciana,  em agosto do ano passado. Na ocasião, Pe. Paulo Pedreira, jesuíta da comunidade do Colégio Loyola, explicou às crianças quem foi José de Anchieta e sua importância para a história do Brasil. O Parquinho, inaugurado em março deste ano substituiu o antigo Castelinho de Santo Inácio. O atual brinquedo foi projetado para que as crianças desenvolvam aspectos físicos e motores.

Assim como no Novo Parquinho, todos os materiais utilizados no Morrinho Radical são ecologicamente pensados. A madeira é de reflorestamento e as cordas são feitas de garrafa pet.

 

Fonte: Colégio Loyola