Geneton Neto apresenta documentário na Unicap

Longa foi dirigido por ele e produzido pela Globo News

 

fotoO jornalista e ex-aluno do curso de Jornalismo da Unicap (Universidade Católica de Pernambuco), Geneton Moraes Neto (foto), apresentou no último dia 19 de abril o documentário “Garrafas ao mar: a víbora manda lembranças”, obra dirigida por ele e produzida pelo canal Globo News. A produção reúne entrevistas gravadas por Geneton com um dos maiores jornalistas brasileiros, Joel Silveira.
 
Geneton Moraes tem como uma de suas características a maneira enfática de conduzir as entrevistas. Com mais de 40 anos de profissão, ele iniciou o encontro de sexta-feira com uma conversa bem-humorada. O jornalista, que se formou no segundo semestre de 1977, falou sobre o período em que estudou na Unicap e como se desenvolveu sua trajetória profissional e a história do documentário lançado neste mês.
 
“Eu comecei a escrever com 13 anos, quando redigia para o suplemento infantil do Diário de Pernambuco. De lá para cá, tive a oportunidade de conviver com grandes profissionais que me ajudaram a desenvolver meu trabalho”, falou ele.
 
O professor Alexandre Figueiroa falou sobre a importância do encontro. “Ele trouxe elementos de orientação importantes aos estudantes para a prática profissional. O corpo docente da Unicap é composto por nomes de destaque no mercado, mas parece que os estudantes só escutam quando vem alguém de fora. É preciso que esses novos jornalistas invistam em leitura e que tenham uma boa cultura geral. Quando nós falamos em sala de aula, parece que entra por um ouvido e sai pelo outro”, comentou Alexandre, que foi o idealizador do evento. 
 
Longa
O documentário de pouco mais de 90 minutos conta de forma resumida a vida e a trajetória de Joel Silveira. É a reunião de parte do material colhido por Geneton nos mais de 20 anos de amizade. “Geneton levou ao cinema o grande conhecimento que ele tem na televisão. A obra se evidencia por um vasto material transformado em uma espécie de memória sentimental, sem perder de vista a importância de Joel e do jornalismo, com um toque poético muito pessoal”, falou Alexandre Figueiroa.
 
Fonte: Unicap