Aluno do Catarinense é medalha de ouro no Basquete


Depois de sete meses de disputa e com um recorde no número de inscritos na competição, o Campeonato Estadual de Basquete de 2012, promovido pela Federação Catarinense de Basketball chegou ao fim em outubro. Um dos destaques da competição foi o aluno do Colégio Catarinense (CC) Bruno Bicca que conquistou junto com a equipe ADIEE/AVAÍ/FME a medalha de ouro da competição.

O aluno do 3º ano do Ensino Médio começou sua trajetória no esporte aos 12 anos, quando foi apresentado à sua atual equipe. O pai, Lauro Bicca, foi quem descobriu o talento do filho. Há cinco anos no mesmo time, Bruno revela que os treinos são puxados: “encontramo-nos no Instituto Estadual de Educação quatro vezes por semana, e o tempo de treino chega a duas horas e meia aproximadamente”.

Antes de se tornar campeão do basquete, Bicca, como é chamado pelos amigos, ganhou medalha de ouro em outro esporte, o futsal. “Ganhei o Campeonato Estadual de Futsal, mas depois senti que era hora de parar e tentar outro esporte. Aproveitei que meu pai era treinador de basquete e resolvi ver como era”, compartilhou o apaixonado por cestas. O início da carreira nas quadras de basquete aconteceu em um Campeonato de Basquete Mirim, em que três times participavam: Astel, Colegial e ADIEE. Eles formavam a ACA. “Eu joguei, destaquei-me, e, assim que acabou o campeonato, convidaram-me para começar a treinar no Instituto Estadual de Educação”, afirmou o esportista.

Mesmo reconhecendo que pensa na possibilidade de construir uma carreira no esporte, Bruno também quer fazer faculdade de Administração de Empresas. Sua referência são os pais: “meus pais sempre me apoiaram naquilo que eu gostava, mesmo quando eu jogava outro esporte. Meu pai, mesmo sendo treinador de basquete, nunca me obrigou a nada. Quando eu decidi entrar no basquete ele disse: ‘Você vai ter de fazer por merecer, vou cobrar mais de você, eu acredito em você’”, compartilhou o filho do Sr. Lauro e da Dona Léia.

Os pais e o colégio, além do apoio ao esporte, também faziam uma exigência: “tinha a questão das notas, pois só poderia jogar se tivesse boas notas. Eu nunca tive notas baixas e isso se deve às referências que tive”, afirmou Bruno.

Quando questionado sobre um sonho, ele responde rápido:

“Jogar a final das Olimpíadas contra os Estados Unidos, no Brasil, representando meu país porque eu adoro o Brasil. Iria ser muito bom ganhar deles aqui!”

Fonte: Colégio Catarinense